Como a pandemia afeta a área da criptoeconomia

Como a pandemia afeta a área da criptoeconomia

A pandemia de Coronavírus continua a assustar todos e a afetar todos os aspectos da vida habitual. Todos os dias vemos notícias sobre o vírus, mesmo que achatar a curva tenha surtido efeito de forma positiva ao redor do mundo. O desastre mundial é visto em todas as manchetes, e digerir cada notícia isoladamente impede ter uma visão geral da situação que estamos enfrentando.

A pandemia atual é um acontecimento marcante na história e deixará impactos a longo prazo em diversos setores. Com a criptoeconomia não será diferente. É verdade que o setor de criptomoedas se move rapidamente, e o fato de o Coronavírus ter se agravado tanto nas últimas semanas significa que algumas mudanças macroeconômicas já estão manifestando-se.

Uma multidão de empresas e de operadores no setor de criptoeconomia já sentem algumas mudanças. O importante agora, é que as entidades consigam se adaptar à medida em que a situação aconteça.

Como a pandemia afeta a área da criptoeconomia

Volume Diário de Negociação chega a US$20 bilhões

Apesar da queda no preço do Bitcoin (BTC) em março, negociar continua sendo o desejo principal no setor de criptoeconomia. Em razão do preço alto constante até o início do mês de março, o Bitcoin atingiu a quantidade de negociação mais alta da história da criptomoeda, em apenas 24 horas. O volume diário de negociação do token era de aproximadamente US$20 bilhões, uma alta de US$5 bilhões em relação a três meses anteriores.

Com o início da queda do Bitcoin em 12 de março, a quantidade de negociações diárias mal chegou perto de US$30 bilhões. Apesar do acontecimento não ter se repetido em outras altcoins grandes, as exchanges concordam que a demanda está alta no momento levando em consideração a crise pela qual estamos passando.

O vice-presidente de desenvolvimento de negócios e marketing do Simplex, Itay Gissin, argumenta que: “A queda nos mercados de ações e criptografia nas últimas semanas aumentou os volumes de criptomoedas onramp, pois vimos investidores de varejo ‘aproveitando a queda’. Observamos uma alta taxa de crescimento em stablecoins onramp durante esse período, especialmente USDT e BUSD”.

Pode-se dizer que o interesse aberto aumentou de maneira contínua e consistente desde que houve a queda do Bitcoin em meados de março. E desde então, o Bitcoin não recuperou seu valor ao que era antes da queda.

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