Rede Helium baseada em blockchain se expande para a Europa

Rede Helium baseada em blockchain se expande para a Europa

A rede sem fio baseada na criptografia ponto a ponto, ou P2P, Helium revelou que irá para a Europa, após ser lançada na América do Norte. Um anúncio feito no dia 18 de junho revelou que a Helium irá dar início no envio dos pontos de acesso de sua rede para a Europa a partir de julho.

O anúncio também falou sobre o recente lançamento do Helium Tabs. São dispositivos que, através da rede descentralizada, são capazes de promover ferramentas de rastreamento. De acordo com o site oficial, a bateria dura mais de 6 meses.

Os hotspots são pontos de acesso sem fio de baixa potência que possuem acessibilidade em até 16 quilômetros de distância e a nós na blockchain Helium. Então, o funcionamento do nó é recompensado por meio dos tokens de Hélio da empresa (HNT). Assim, eles também são acessíveis através de dispositivos de Internet das Coisas, ou IoT, que estão de acordo com o padrão de telecomunicações sem fio de baixa potência LoRaWAN.

A rede tem o objetivo de fazer com que os dispositivos IoT acessem uma rede sem fio. No entanto, ele também age como um gateway para a Internet e não necessita de uso de muita energia. Os dispositivos na rede também são capazes enviar transações através do blockchain Helium.

Uma rede de rápido crescimento lançada por um veterano em P2P

A rede já disponibiliza de cerda de 4.255 hotspots, mais do que algumas dos Estados Unidos possuem. A rede da Helium hoje cobre aproximadamente 700.000 milhas na América do Norte em 1.000 cidades. Ademais, é importante lembrar que o lançamento dos nós de rede sem fio da empresa tiveram lançamento há um ano atrás.

O diretor e co-fundador da Helium, Amir Haleem, criou previamente o Napster – software de Internet para compartilhamento de arquivos P2P. O acesso oferecido pelo software foi uma rede de compartilhamento de arquivos muito usada, lançada no ano de 1999. Mas, após do lançamento, ações legais de gravadoras acusaram o Napster de facilitar a violação de direitos autorais, o que levou ao cancelamento do software em 2001.

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