GeoDB: Menos privacidade em troca de criptomoedas

GeoDB: Menos privacidade em troca de criptomoedas

Prometendo ser um ecossistema descentralizado de compartilhamento de big data ponto a ponto, o GeoDB, é o lugar onde supostamente, os usuários são recompensados ​​pelos dados que geram.

Ocorreu neste final de semana, o lançamento da versão para iOS do novo aplicativo GeoCash. Logo após a versão Android ter sido lançada na semana passada.

Você está sendo observado pelo Big Data

Para muitos, este pode ser um campo um tanto quanto ameaçador. As formas práticas em como a coleta de dados e informações acontece através de intermediários desconhecidos, não costumam ser nem um pouco transparentes. Além disso, a monetização e o uso eventual desses dados trazem ainda mais insegurança.

Assim, quando se pensa em uma plataforma que não apenas oferece ao usuário o controle e a transparência sobre os dados que são gerados e compartilhados, mas além disso, oferece também uma recompensa por estas interações com a criptomoeda, este aparenta ser um grande passo em direção à democratização do setor.

Em contrapartida, os compradores usuais de dados e informações, utilizam de um acesso de dados confiáveis e de um sistema baseado em blockchain ponto a ponto.

Apesar do receio visto globalmente quando se trata de privacidade online, os números afirmam que, atualmente, menos de 10% dos dados gerados estão sendo explorados!

A expectativa, é que o GeoDB possa abrir a porta para os usuários explorarem os outros 90% não utilizados. E assim, obterem seu próprio ganho financeiro. Luis Gelado, CEO e fundador, explicou:

“Os dados se tornaram o novo petróleo digital. Uma classe de ativos de alto valor, sobre a qual grandes empresas digitais construíram modelos de negócios extremamente lucrativos. Mas, por alguma razão, sem dúvida, os valores foram esquecidos e deixados para trás no caminho. Privacidade, controle, transparência, ou recompensa direta aos criadores de dados. Os interesses do usuário foram abandonados”.

GeoDB: Menos privacidade em troca de criptomoedas

Aplicativo em fase de teste

Através do aplicativo GeoCash, a proposta é permitir que os usuários possam monitorar suas carteiras contendo o token nativo GeoDB (GEO). Então, poderia ser encontrado nas carteiras uma lista de transações recentes, mostrando tokens enviados, recebidos ou concedidos por gerar dados.

Além disso, o aplicativo GeoCash também têm como proposta oferecer aos usuários, que acompanhem os blocos de dados que eles mesmos geraram. Mas, a ideia é que todos os dados sejam anônimos e que não incluam dados relacionados ao perfil de um usuário. Por hora, a ideia é de que o serviço esteja com foco mais para a coleta de dados de localização, por ser mais fácil de extrair, e por ser um dos mais valiosos.

Outros aplicativos proprietários também estão sendo criados pelo GeoDB. Tais aplicativos, visam coletar e enviar dados enquanto monitoram os níveis de hidratação, registram rotas de corrida e encontram pontos de carregamento de carros elétricos.

Entretanto, aplicativos terceirizados também podem se conectar ao serviço. Assim, o acesso se encontra nas mãos de mais de 12 milhões de usuários, atualmente. Aplicativos como Wave, Wola, Sister e Trazer, estão inclusos nesta lista.

Atualmente, por estar sendo executado em fase de teste, o aplicativo GeoCash não possui tokens com valor associado. Mas, a empresa pretende lançar a rede principal logo após o verão.

Veja mais em: Criptomoedas | Notícias

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