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Tether investe em chip cerebral e já tem 40 pacientes

Tether investe em chip cerebral e já tem 40 pacientes

A maior emissora de moedas estáveis do planeta consolidou um movimento audacioso de diversificação patrimonial para fora do ecossistema de infraestrutura de blocos. A companhia aportou expressivos 200 milhões de dólares na BLACKROCK NEUROTECH, tornando-se a acionista majoritária da empresa pioneira em interfaces cérebro-computador (BCI). O volume de seres humanos operando com os chips da marca supera os números públicos da Neuralink de Elon Musk. De acordo com dados compartilhados por Rodrigo Stallone, diretor de negócios da divisão Tether Evo para a América Latina durante o fórum TokenNation na Bienal de São Paulo, a organização já conta com mais de 40 pacientes implantados ao redor do mundo.

O avanço operacional reposiciona as forças no mercado global de neurotecnologia e computação de alta performance. Enquanto a concorrente de Elon Musk centraliza as manchetes da imprensa internacional com testes recentes em humanos, a controlada da Tether acumula quase duas décadas de pesquisas acadêmicas e validações médicas em laboratório. O novo aporte financeiro de balcão visa acelerar a transição dos protótipos hospitalares para a comercialização de soluções de saúde em larga escala, focando na integração biológica profunda entre o cérebro humano e modelos avançados de inteligência artificial.

A engenharia por trás dos implantes foi gestada originalmente em 2008 por cientistas de dados e neurocirurgiões da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. Os microdispositivos decodificam os impulsos elétricos dos neurônios em códigos binários legíveis por computadores. A tradução instantânea de dados permite que indivíduos acometidos por paralisia motora severa ou tetraplegia recuperem a autonomia física de balcão. Os chips habilitam os pacientes a governar próteses biônicas, cadeiras de rodas elétricas, cursores de sistemas operacionais e até mesmo conduzir automóveis adaptados utilizando exclusivamente a força do pensamento concentrado.

Os registros de testes clínicos auditados pela comunidade científica demonstram a velocidade e a precisão da arquitetura de software desenvolvida pela firma. Os algoritmos convertem sinapses em blocos de texto a uma velocidade de 90 caracteres por minuto. Para pacientes que perderam as cordas vocais em decorrência de acidentes ou doenças degenerativas, os sistemas de decodificação neural reconstroem frases inteiras em caixas de som digitais em tempo real, atingindo a marca de 62 palavras faladas por minuto sem a necessidade de movimentos musculares faciais.

A consolidação dessas ferramentas médicas reconstrói os parâmetros de acessibilidade e interação social para pessoas com perdas motoras catastróficas. Um dos marcos históricos da empresa ocorreu ainda em 2016 com o paciente Nathan Copeland. O jovem utilizou a interface de rede neural para operar um braço robótico e apertar a mão do ex-presidente norte-americano Barack Obama. Graças à instalação direta de eletrodos no córtex somatossensorial do voluntário, os impulsos elétricos da máquina foram devolvidos ao cérebro, permitindo que o paciente registrasse a sensação física do toque e da pressão da mão da autoridade.

“A tecnologia permite que pessoas com paralisia controlem braços robóticos, cadeiras de rodas, computadores e outros dispositivos apenas com o pensamento. Em alguns casos, pacientes conseguiram enviar mensagens, navegar na internet e até dirigir veículos utilizando exclusivamente sinais neurais.”

A guinada estratégica promovida pelo conselho de administração da Tether sinaliza uma mudança de patamar para a holding de ativos digitais. Os lucros gerados pelas taxas de balcão e reservas de títulos do USDT financiam a infraestrutura de sobrevivência da espécie. A divisão Tether Evo passa a atuar como um fundo de risco focado em biotecnologia, computação quântica e redes de energia descentralizadas. A fusão entre o capital ágil do mercado criptográfico e a ciência médica tradicional estabelece uma nova fronteira de investimentos, onde o alfa financeiro é medido pela devolução de capacidades vitais ao corpo humano.


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