Casos de criptojacking e ransomware crescem no México

Casos de criptojacking e ransomware crescem no México

A mídia mexicana relata um novo estudo que revela uma falta de confiança dos locais em relação à segurança da rede de nuvem pública à medida que aumentam os casos de quebra de criptografia.

Usuários mexicanos de redes de nuvem pública relatam um aumento nos ataques de cryptojacking e ransomware nos últimos meses.

Segundo El Economista, quase três quartos das empresas mexicanas que usam redes em nuvem, incluindo Amazon, Google e Microsoft, relatam incidentes de segurança que resultam em percepções negativas dos cidadãos. Menos de um terço dos locais confia totalmente na segurança da rede na nuvem.

Ataques de ransomware

As deficiências de segurança permitem que os agentes de ameaças implementem outros ataques relacionados a criptomoedas, como o ransomware, incluindo um caso recente em que uma empresa de petróleo, a Pemex, foi alvo da gangue DoppelPaymer .

O relatório diz que as empresas mexicanas têm relatado casos em que criminosos cibernéticos desconhecidos estão usando seus recursos de computação em nuvem para minerar criptomoedas – conhecidas como ‘cryptojacking’. No entanto, nenhum detalhe importante foi fornecido sobre quais criptos são extraídos.

Alain Karioty, gerente geral de vendas da empresa de segurança cibernética Netskope na América Latina, disse ao El Economista que esses ataques resultam da falta de conhecimento entre as empresas sobre medidas de segurança para computação em nuvem.

Casos de criptojacking e ransomware crescem no México
Casos de criptojacking e ransomware crescem no México.

Leonardo Granda, gerente de engenharia da Sophos na América Latina, comentou as falhas de segurança na rede pública que permitem a perda de dados:

“Essa perda de dados geralmente ocorre devido ao acesso público mal configurado no armazenamento em nuvem compartilhado e ao deixar as fontes de dados abertas para os ciberataques procurá-las usando ferramentas como o mecanismo de pesquisa especializado Shodan, que podem exfiltrá-las.”

Cibercriminosos têm como alvo países da América Latina

Outro estudo divulgado em 28 de maio pela Polícia Nacional da Colômbia mostra que os ataques de ransomware são uma tendência crescente em todo o país.

O relatório observa que 30% de todos os ataques de ransomware na América Latina têm como alvo específico a Colômbia, onde os atores de ameaças têm como alvo entidades públicas.

Traduzido e adaptado de: cointelegraph.com

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