Suspeito do roubo de 600 super computadores de mineração foge em avião

Um dos acusados de roubar 600 computadores dedicados a mineração na Islândia, fugiu de prisão de segurança mínima, embarcou em um avião e teve como companhia de bordo a Primeiro-ministro da Islândia, Katrin Jakobsdottir.

Um dos casos que mais chamou atenção no incio do ano, foi o grande roubo feito na Islândia, onde um centro de tecnologia que continha 600 super computadores trabalhando na mineração de criptomoedas – não se sabe ainda se esses computadores eram ASICs – foram roubados misteriosamente. Contudo, depois de algumas investigações alguns suspeitos foram presos.

Mas um desses presos foi recentemente transferido para uma prisão de segurança mínima que tinha até acesso a internet e, não poderia ser diferente, ele aproveitou a oportunidade para fugir e viajar o mais longe possível do local. No entanto, o curioso é que durante a fuga, o suspeito teria viajado junto com a primeira-ministra Islandesa.

A Katrin Jakobsdottir estava simplesmente a caminho de se encontrar com o primeiro-ministro da Índia, ao lado de outros quatro primeiros-ministros nórdicos.

A polícia na Islândia disse acreditar que Sindri Thor Stefansson, suspeito do roubo, fugiu da prisão de baixa segurança por uma janela e embarcou em um voou para a Suécia no aeroporto internacional de Islândia em Keflavik, segundo a Associated Press (AP). A prisão não é cercada e os presos têm acesso telefônico e à internet.

Nenhuma prisão foi realizada na Suécia, mas a polícia islandesa informou a polícia sueca sobre a situação e emitiu um mandado de prisão internacional, informou a AP.

Stefansson provavelmente não teve que mostrar um passaporte no aeroporto desde que viajou dentro da zona de viagens sem passaporte da Europa, disseram autoridades islandesas à AP. O bilhete de avião que ele usava estava em nome de outra pessoa.

Stefansson foi uma das 11 pessoas presas por supostamente roubar poderosos computadores em uma série de quatro arrombamentos em um centro de tecnologia na Islândia, entre Dezembro de 2017 e Janeiro desse ano. O roubo foi apelidado de “Big Bitcoin Heist”.

Olafur Helgi Kjartansson, um comissário de polícia local, disse à AP no mês passado: “Este é um grande roubo em uma escala nunca antes vista”.

O equipamento roubado foi avaliado em cerca de US$ 2 milhões.

Stefansson estava sob custódia desde fevereiro, mas foi transferido para a prisão aberta há 10 dias, informou a polícia à AP.

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