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Guerra do Irã e IA podem empurrar Bitcoin de volta para 126 mil

Guerra do Irã e IA podem empurrar Bitcoin de volta para 126 mil

A combinação de guerra geopolítica no Oriente Médio e a disputa global pela supremacia em inteligência artificial criou o cenário ideal para uma nova explosão de preços no mercado cripto. Segundo Arthur Hayes, chefe de investimentos do fundo MAELSTROM, a necessidade de financiar guerras e inovações tecnológicas forçará governos a imprimirem dinheiro em escala sem precedentes. O BITCOIN é o principal beneficiário da expansão da liquidez global. Hayes argumenta que, como a IA está diretamente ligada à segurança nacional, EUA e China não medirão esforços financeiros para liderar o setor, resultando em uma desvalorização contínua das moedas fiduciárias.

“Haverá vastamente mais unidades de fiat amanhã do que hoje, e a taxa de mudança está acelerando.”

O analista defende que a inflação gerada pelos gastos militares e pelo aumento do CAPEX em eletrificação e IA torna o BITCOIN um porto seguro superior a outros ativos. A retomada dos US$ 126.000 é vista como uma conclusão inevitável por Hayes. Ele observa que, desde o final de fevereiro de 2026, o BITCOIN tem superado consistentemente ativos tradicionais como o ouro e ações de tecnologia dos EUA. Enquanto o metal precioso subiu cerca de 2% desde o início do ano, o BITCOIN já registra uma recuperação de mais de 31% desde sua mínima de fevereiro, quando tocou os US$ 62.822.

(Infográfico correlacionando a impressão de moeda fiduciária com a valorização de ativos escassos.)

A tese de Hayes baseia-se na ideia de que a guerra é inerentemente inflacionária. O conflito contínuo envolvendo o Irã pressiona as nações a investirem em infraestrutura doméstica e defesa, em vez de acumularem títulos do Tesouro americano. O Federal Reserve pode ser forçado a flexibilizar a política monetária para financiar conflitos. Essa injeção de capital no sistema financeiro atua como um vento favorável para o ecossistema cripto, que viu sua capitalização de mercado atingir o recorde de US$ 4,28 trilhões em outubro passado antes da correção recente.

(Gráfico comparativo de performance entre Bitcoin e Ouro no primeiro semestre de 2026.)

Atualmente negociado na faixa dos US$ 81.000, o BITCOIN enfrenta uma resistência importante, mas Hayes acredita que o rali ganhará força explosiva assim que romper a barreira dos US$ 90.000. O rompimento de níveis técnicos forçará vendedores a cobrirem suas posições. Para o veterano do mercado, o fundo do poço foi estabelecido nos US$ 60.000 no início de 2026. Com trilhões de dólares e yuans prestes a serem injetados na economia global, a escassez programada do BITCOIN deve prevalecer, empurrando o ativo de volta para sua máxima histórica e além.

“Espero que o rali intensifique conforme a trajetória ascendente se torne explosiva após a punção dos US$ 90.000.”

A visão de Hayes ressalta uma mudança estrutural na percepção de valor: em tempos de incerteza bélica e revolução tecnológica, o capital busca ativos que não podem ser diluídos por decisões políticas ou necessidades de financiamento governamental. A toquenização e a IA são os motores da nova liquidez. Enquanto os críticos aguardam por uma estabilização macroeconômica, os entusiastas das criptomoedas posicionam-se para capturar o que pode ser um dos ciclos de valorização mais rápidos da história, impulsionado pela necessidade urgente de governos financiarem o futuro — e a defesa — a qualquer custo.


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