A HURST CAPITAL lançou uma operação inédita que permite ao investidor brasileiro adquirir participação indireta na OPENAI, a desenvolvedora do ChatGPT. A oferta utiliza um Certificado de Recebíveis (CR) como veículo local, espelhando os resultados de um contrato com a plataforma de venture capital OURCROWD. A engenharia financeira democratiza o acesso a ativos de tecnologia de elite. Na prática, o investidor adquire um título no Brasil que está lastreado em ações “Series C” detidas por um veículo internacional, garantindo exposição aos ganhos de capital em caso de uma oferta pública inicial ou recompra de ações.
“O investidor adquire um título local que espelha os resultados econômicos do investimento estrangeiro.”
O momento da oferta coincide com a ascensão meteórica do valuation da OPENAI, que atingiu US$ 852 bilhões após uma rodada de financiamento de US$ 122 bilhões. O aporte contou com gigantes como NVIDIA, AMAZON e SOFTBANK, reforçando a confiança global na liderança da companhia. Projeções indicam que o valor de mercado pode ultrapassar US$ 1 trilhão em 2027. Com 900 milhões de usuários semanais e uma receita diversificada entre assinaturas, serviços corporativos e licenciamento de APIs, a empresa se prepara para um IPO histórico que pode ocorrer entre o final de 2026 e o início de 2027.
A tese de investimento ganha força com a agressiva expansão da companhia no mercado corporativo. Recentemente, a dona do ChatGPT firmou uma parceria estratégica com a PWC para automatizar auditorias e planejamentos financeiros complexos. A OPENAI busca transformar modelos de linguagem em ferramentas empresariais permanentes. Além disso, o lançamento do GPT-5.5-Cyber sinaliza o foco em segurança digital, atraindo a atenção até do governo dos Estados Unidos para o uso da inteligência artificial na defesa de vulnerabilidades de software e segurança nacional.
“A iniciativa reforça a estratégia de transformar modelos em ferramentas empresariais permanentes.”
No campo da inovação de produto, a empresa trabalha em frentes que vão além do software convencional. Rumores indicam o desenvolvimento de um smartphone nativo de inteligência artificial, projetado para executar tarefas automatizadas sem a necessidade da navegação tradicional por aplicativos. A estratégia foca em agentes autônomos para dominar a produtividade digital. Ao mesmo tempo, a companhia busca realizar aquisições e joint ventures para mitigar a escassez de profissionais especializados, auxiliando grandes corporações na implementação prática de IA em suas operações diárias.
O apetite do mercado brasileiro por esse tipo de ativo foi comprovado em abril, quando a HURST esgotou as cotas da SPACEX em menos de 24 horas. O sucesso anterior reflete a busca dos investidores locais por diversificação geográfica e exposição a setores de altíssimo crescimento. A corrida global pela inteligência artificial atrai capital recorde no Brasil. Com o esgotamento rápido de ofertas de tecnologia de ponta, a operação da OPENAI se posiciona como uma oportunidade rara de capturar a valorização de uma das empresas mais influentes da década antes de sua estreia oficial nas bolsas de valores.


